São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Caiado pede ao STF abertura de investigações sobre Banco Master e INSS

Candidato à Presidência afirma que eleitores precisam conhecer apurações envolvendo agentes públicos antes das eleições de 2026.

Caiado pressiona Fachin por transparência em casos Master e INSS

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, a quebra do sigilo de investigações relacionadas ao Banco Master, às fraudes no INSS e a outros casos que envolvam agentes públicos.

A solicitação foi apresentada em uma petição protocolada na 4ª feira (9.set.2026). Caiado argumenta que a divulgação das informações permitiria aos eleitores avaliar investigações envolvendo figuras políticas antes das eleições de outubro.

“Não faz sentido que o povo brasileiro vá às urnas às cegas”, afirmou o candidato. Segundo ele, a abertura dos dados é necessária para que os eleitores tenham acesso ao que já foi reunido pela Polícia Federal, sem depender de vazamentos ou de informações parciais.

Argumentos apresentados

Na petição, Caiado afirma que a falta de transparência em apurações pode prejudicar o processo eleitoral tanto quanto a disseminação de fake news. Ele também cita medidas adotadas pelo Judiciário em eleições anteriores para combater a desinformação.

“Tão nociva quanto são as fake news, a ausência de informações ou a interdição a elas mostram-se igualmente prejudiciais”, escreveu.

O candidato diz que a abertura das investigações seria relevante não apenas para a disputa presidencial. Na avaliação apresentada ao STF, o acesso às informações também ajudaria os eleitores na escolha de candidatos aos governos estaduais, às assembleias legislativas, à Câmara dos Deputados e ao Senado.

Caiado ainda relaciona a credibilidade das instituições ao acesso público a dados sobre as investigações. Para ele, a confiança no processo democrático depende da disponibilidade dessas informações antes da votação.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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