O ministro do Desenvolvimento Social, Welington Dias, afirmou que o Bolsa Família se tornou mais eficiente após ações de combate a fraudes e mudanças no Cadastro Único. A declaração foi dada em uma cerimônia que anunciou aumento de 15% no piso do programa.
Segundo Dias, a modernização do cadastro permitiu identificar pessoas que tinham direito ao benefício, mas não conseguiam acessá-lo. “A eficiência se deu em combate a fraude”, afirmou. O ministro também disse que o resultado mais visível das medidas foi contribuir para que o Brasil saísse do mapa da fome.
Com o reajuste linear dos benefícios, o valor mínimo pago pelo Bolsa Família passará de R$ 600 para R$ 691. A média dos pagamentos subirá de R$ 691 para R$ 777. O reajuste começa a ser pago no dia 19 de outubro, conforme informado pelo governo.
O piso do programa estava em R$ 600 desde 2022. A alta foi justificada por Moretti pela previsão legal de atualização inflacionária dos beneficiários. De acordo com a explicação apresentada, o INPC acumulado desde o início do programa até agosto foi de 15,04%.
O governo afirma que o aumento será realizado dentro do espaço fiscal existente, sem alteração da despesa total. O custo estimado é de R$ 5,8 bilhões neste ano, a partir de outubro, e de R$ 22 bilhões em 2027.







