Cerca de 70 dos mais de 130 projetos cadastrados pelo Instituto BORA atuam no Nordeste. As iniciativas buscam ampliar oportunidades de geração de renda por diferentes caminhos, incluindo empreendedorismo, capacitação e qualificação profissional.
Entre os projetos com atuação na região, 21 são voltados ao empreendedorismo e 13 têm foco em capacitação e qualificação profissional. As ações são desenvolvidas por organizações sociais que identificaram necessidades e contextos específicos para apoiar pessoas na criação de negócios, no desenvolvimento de habilidades e na procura por oportunidades de trabalho e renda.
As mulheres aparecem como o público mais frequente entre as iniciativas cadastradas. O instituto pretende reunir organizações e entidades em um espaço de troca, associação e financiamento mútuo para criar ou acelerar projetos de inclusão produtiva.
Para Laura Aguiar, diretora de Impacto e Relações com a Sociedade da Ambev, a iniciativa amplia a participação de diferentes organizações na agenda. “O BORA nasceu na Ambev para ampliar a agenda de inclusão produtiva e, ao longo dos anos, deu origem a uma rede de organizações, projetos e oportunidades”, afirmou.
Ana, dona da Sete4 Bebidas, disse que a combinação entre conhecimento e oportunidades pode fortalecer negócios e ampliar alternativas para quem busca gerar renda. Os projetos, segundo a descrição do instituto, seguem estratégias distintas: alguns apoiam a criação e o fortalecimento de negócios, enquanto outros desenvolvem habilidades relacionadas à entrada e à permanência no mercado de trabalho.
Criado pela Ambev em 2022, o BORA passou a funcionar como Instituto BORA em 2026. A operação, a gestão e a governança compartilhada têm a participação da Yunus Negócios Sociais.
Atualmente, o Instituto BORA reúne mais de 120 membros e mais de 130 projetos cadastrados. A organização estabeleceu como ambição impactar 5 milhões de brasileiros até 2032.








