São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Caiado critica andamento no STF e defende investigação sobre Alexandre de Moraes

Candidato à Presidência também propôs idade mínima de 60 anos para indicados ao Supremo e análise prévia da vida pregressa.

Caiado considera que STF está em 'fase procrastinatória' e pede abertura de investigação contra Alexandre de Moraes
Foto: Vinícius Silva/g1 Goiás

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta terça-feira (15) que o Supremo Tribunal Federal (STF) atravessa uma “fase procrastinatória” e defendeu a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

A declaração ocorreu durante uma entrevista coletiva, em meio à votação de uma questão de ordem sobre a possibilidade de reunir processos para julgamento conjunto. Caiado disse que a discussão preliminar adia a análise principal dos casos. “Tem que se aguardar essa decisão”, afirmou.

Segundo o candidato, a votação trata da junção dos processos para que sejam julgados no dia 23. Ele classificou esse momento como uma etapa em que o andamento fica concentrado em questões preliminares, antes da avaliação do mérito.

Propostas para o Supremo

Caiado também defendeu uma mudança na Constituição para tornar mais rigorosas as regras de nomeação para o STF. Entre as medidas propostas estão a exigência de idade mínima de 60 anos para os indicados e de histórico profissional reconhecido.

O candidato ainda propôs uma avaliação prévia da vida pregressa dos nomes escolhidos, antes do encaminhamento pelo Executivo. A análise, segundo ele, seria feita por órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e a Polícia Federal.

Ao ampliar as críticas ao cenário institucional do país, Caiado afirmou que há uma “degradação moral completa”. Para ele, a falta de posicionamento de lideranças e o envolvimento de figuras públicas em escândalos contribuem para a deterioração do regime democrático. Ele também disse que questões como violência, criminalidade e endividamento ficam em segundo plano.

Sobre uma eventual relação entre o Palácio do Planalto e o Supremo durante seu mandato, Caiado declarou que respeitaria a Constituição. Ele citou sua atuação à frente do governo de Goiás como referência e afirmou que a harmonia entre os poderes deveria ser conduzida pela autoridade moral do governante e pela recusa a negociações políticas espúrias.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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