São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Saúde

Carretas do SUS superam 10 mil procedimentos no Tocantins

Três unidades móveis atenderam cerca de 6,7 mil pessoas em nove municípios do estado, com consultas, exames e procedimentos especializados.

Carretas do SUS superam 10 mil procedimentos no Tocantins

As três carretas do programa Agora Tem Especialistas em operação no estado já realizaram mais de 10 mil procedimentos e atenderam cerca de 6,7 mil pessoas. Os serviços incluem consultas, exames e procedimentos especializados em 9 municípios tocantinenses.

As unidades estão instaladas em Dianópolis, com atendimento em Saúde da Mulher; em Colinas do Tocantins, voltada a Exames de Imagem; e em Palmas, dedicada à Oftalmologia. Também receberam as carretas Araguaína, Araguatins, Guaraí, Gurupi, Paraíso do Tocantins e Porto Nacional.

De acordo com o Ministério da Saúde, o programa soma, em todo o país, 120 carretas, mais de 1 milhão de procedimentos e 410 mil pessoas atendidas em 4.290 municípios. A pasta prevê ampliar a estrutura para 150 unidades móveis até o fim do ano.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o deslocamento das unidades busca aproximar o atendimento da população e reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.

Filas atendidas

No Brasil, 170 filas foram zeradas em 88 municípios de 22 estados. A estrutura nacional é formada por 63 carretas de Saúde da Mulher, 42 de Exames de Imagem e 15 de Oftalmologia.

No Tocantins, 6 filas foram zeradas em 3 municípios. Em Araguaína, a demanda por ultrassonografia transvaginal, mamografia, colposcopia e biópsia do colo do útero foi atendida pelas unidades móveis. Em Piraquê, a fila de tomografia foi encerrada.

As carretas também realizam procedimentos para investigação e acompanhamento de doenças. Entre os atendimentos em unidades de Oftalmologia estão mais de 110 mil tomografias e 80 mil cirurgias de catarata.

Na área de Saúde da Mulher, são oferecidas mamografias, ultrassonografias e outros exames para investigar alterações relacionadas aos cânceres de mama e do colo do útero. O acesso ocorre pela rede pública: os pacientes do SUS precisam ser encaminhados e agendados, e não há cobrança pelo atendimento. As unidades podem ser enviadas a municípios e regiões com maior demanda por serviços especializados.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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