São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

TRE-SP veta slogan usado pelo governo em propaganda eleitoral de Tarcísio

Decisão impede a campanha do governador de reapresentar a expressão associada à publicidade institucional do Governo de São Paulo.

TRE proíbe Tarcísio de usar mesmo slogan de campanhas do governo
Foto: Jessica Bernardo/Metrópoles

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) proibiu a campanha de Tarcísio de Freitas (Republicanos) de usar, na propaganda eleitoral, a expressão “coragem para fazer o impossível”, adotada pelo Governo do Estado de São Paulo em campanhas institucionais. A decisão também determinou a retirada da inserção que reproduzia o slogan.

A medida foi tomada após a campanha de Fernando Haddad (PT) pedir a suspensão da peça. A candidatura de Tarcísio levou a frase à televisão na estreia do programa eleitoral, às 5h23 de sexta-feira (28). O slogan havia sido usado pelo governo paulista em dezembro, durante um balanço das ações da gestão em 2025, com destaque para a retomada de obras e projetos parados.

A juíza Domitila Manssur afirmou que a expressão “coragem pra fazer o impossível” foi empregada de forma reiterada em campanhas publicitárias institucionais do Governo do Estado de São Paulo e também pela campanha de Tarcísio. Na decisão, ela determinou que a candidatura deixe de veicular a inserção e não volte a apresentá-la.

Além disso, Tarcísio foi impedido de utilizar a expressão em sua propaganda eleitoral. A decisão esclarece que a restrição não impede a campanha de apresentar realizações da gestão, usar as palavras coragem, possível ou impossível, nem desenvolver narrativas relacionadas a esses conceitos. Depois da decisão, o governador passou a usar a frase “coragem para entregar resultados”.

A legislação eleitoral proíbe o uso, em propaganda eleitoral, de símbolos, frases ou imagens associados ou semelhantes aos empregados por órgãos de governo. A mesma regra foi aplicada pelo TRE para barrar uma propaganda de Zé Dirceu com o Zé Gotinha.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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