São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Bolsas europeias recuam com juros maiores e petróleo acima de US$ 105

Índices fecharam em queda após o BCE elevar os juros em 25 pontos-base diante de pressões inflacionárias ligadas ao conflito no Oriente Médio.

Bolsas europeias recuam com juros maiores e petróleo acima de US$ 105

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta quinta-feira, 10, pressionadas pela decisão do Banco Central Europeu (BCE) de elevar os juros e pela alta do petróleo. O conflito entre os EUA e o Irã manteve as pressões sobre a inflação, segundo o BCE.

O índice FTSE 100, de Londres, recuou 0,57%, para 10.608,92 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,69%, a 25.401,23 pontos. O CAC 40, de Paris, perdeu 0,49%, para 8.116,76 pontos. Em Milão, o FTSE MIB baixou 0,13%, a 51.807,40 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, caiu 0,09%, a 19.663,38 pontos.

Na direção oposta, o PSI 20, de Lisboa, subiu 0,11%, para 9.455,72 pontos. As cotações são preliminares.

O BCE elevou as taxas de juros para 2,5%, em um ajuste de 25 pontos-base. A instituição afirmou que os preços devem permanecer “bem acima” da meta por um período prolongado e revisou para cima a projeção de inflação para 2027 e 2028.

Christine Lagarde, presidente do BCE, disse que a decisão foi unânime e “muito fácil”, com os dirigentes de acordo sobre os riscos associados à alta da inflação. A Capital Economics avaliou que o comunicado teve tom mais restritivo do que o esperado e reforçou a possibilidade de uma nova alta dos juros ainda neste ano.

As ações de tecnologia tiveram o pior desempenho, com queda de 1,79% no índice do setor. A mineradora Antofagasta recuou mais de 5% diante da possibilidade de os EUA desistirem de novas tarifas. A Associated British Food tombou em Londres após anunciar planos para lançar um serviço de entrega em domicílio no Reino Unido.

As ações de energia subiram com o Brent acima de US$ 105 por barril. A BP avançou 1,2%, a Repsol ganhou 0,38% e a TotalEnergies teve alta de 0,22%.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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