São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Augusto Cury promete pacto entre Poderes e diz querer derrotar Lula

Candidato do Avante afirma que escolherá ministros por competência, sem distribuir cargos a partidos, e busca apoio no Congresso por meio do diálogo.

Augusto Cury promete pacto entre Poderes e diz querer derrotar Lula

Augusto Cury (Avante) afirmou nesta segunda-feira (7) que pretende derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela Presidência da República. Ao falar sobre um eventual segundo turno, declarou: “O pesadelo do Lula da Silva é me ter no segundo turno, porque eu vou aposentar o Lula”.

A declaração ocorreu durante uma sabatina, depois de o candidato ser questionado sobre como pretende obter apoio de um Congresso com parlamentares de diferentes partidos e interesses sem negociar cargos. Cury disse que buscaria diálogo com a Câmara e o Senado para formar maioria.

Cury também afirmou que, se eleito, convocaria o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) para um “pacto nacional”. Segundo ele, o Brasil tem um sistema com forte influência parlamentar, embora não seja formalmente parlamentarista.

Critérios para um eventual governo

O candidato disse que não pretende montar a administração por meio de um “balcão de negócios” nem distribuir cargos entre partidos. A escolha dos nomes, segundo Cury, seria baseada em competência e especialidade, e não na filiação partidária.

Ele afirmou manter conversas com Marcos Pereira, do Republicanos; Renata Abreu, do Podemos; Aécio Neves, do PSDB; Paulinho da Força, do Solidariedade; e Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite, do PSD. Cury ressaltou que mencionar essas lideranças não significa convidá-las para uma eventual gestão: “Eu não tô dizendo que eu vou chamá-los, citei alguns nomes”.

Cury disse querer formar um “time de ouro” e afirmou que não pretende fazer carreira política. Também voltou a se posicionar contra a reeleição e defendeu a formação de uma equipe com os nomes que considera mais preparados para governar o País.

Durante a sabatina, o candidato ainda criticou a atuação do Supremo. Para ele, a Corte deveria reduzir o que chamou de ímpeto de legislar no lugar do Congresso e se concentrar no papel de guardião da Constituição.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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