São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Brasil cria 165,8 mil empregos formais em agosto, mas saldo anual desacelera

País abriu 165,8 mil vagas com carteira assinada no mês; acumulado de janeiro a agosto supera apenas o resultado de 2020.

Brasil cria 165,8 mil empregos formais em agosto, mas saldo anual desacelera

O Brasil abriu 165,8 mil postos de trabalho formais em agosto, alta de 7,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho.

Apesar do resultado mensal positivo, o país acumulou 1,134 milhão de empregos formais entre janeiro e agosto de 2026. Esse saldo é o menor desde 2020 e supera apenas o resultado daquele ano, quando o mercado de trabalho registrou saldo negativo de 1 milhão de empregos.

Em agosto, foram 2,29 milhões de contratações e 2,12 milhões de demissões. O desempenho veio após resultados considerados os piores para abril, maio, junho e julho desde 2020, indicando desaceleração do mercado de trabalho.

Todos os cinco grandes agrupamentos econômicos tiveram saldo positivo. Serviços liderou a criação de vagas, com 110 mil novos postos formais. Na sequência, apareceram construção, com 20,8 mil; indústria, com 16,6 mil; comércio, com 16,5 mil; e agropecuária, com 1,4 mil. Nesse último setor, o resultado foi puxado pelo cultivo de cana-de-açúcar, laranja e melão.

Quatro unidades da federação registraram saldo negativo: Espírito Santo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Rondônia. A maior queda ocorreu em Rondônia, com variação negativa de 0,31%.

A Paraíba teve a maior alta proporcional, de 1,56%, seguida por Amapá, com 1,38%, e Rio Grande do Norte, com 0,92%.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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