São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Incêndio em tanque de combustível afeta voos no aeroporto de Riade

Fogo em instalação da Aramco ocorreu após alerta de risco de ataque e explosões ouvidas na capital saudita.

Incêndio em tanque de combustível afeta voos no aeroporto de Riade

O aeroporto internacional de Riade, na Arábia Saudita, registrou atrasos e cancelamentos de voos neste sábado (19), depois que um tanque de combustível da petrolífera Aramco pegou fogo nas proximidades do terminal. Bombeiros contiveram as chamas, mas o incêndio provocou fumaça preta e foi acompanhado por relatos de explosões na capital.

O Flightradar24 classificou o aeroporto no nível máximo de interrupção e registrou perturbações significativas no tráfego aéreo. A empresa não informou, no entanto, quantos voos foram afetados.

Alertas e explosões

Na madrugada, a Arábia Saudita enviou aos celulares dos moradores um alerta sobre uma “ameaça aérea hostil”, por volta das 3h. O país havia emitido alertas de risco de ataque para Riade. Pouco depois, explosões fortes foram ouvidas em diferentes pontos da cidade.

As autoridades não informaram a origem do incidente nem divulgaram balanço de vítimas ou danos. O tanque atingido exibia o logotipo da Aramco, companhia nacional saudita.

Nos últimos dias, os houthis, grupo apoiado pelo Irã que controla grande parte do Iêmen, ampliaram os ataques contra a Arábia Saudita. Antes, as ações estavam concentradas principalmente em instalações petrolíferas e bases militares no sul do país e na costa do Mar Vermelho.

A capital saudita já havia sido atingida nos últimos meses pela guerra regional iniciada após confrontos entre Israel, Estados Unidos e Irã. Em resposta aos ataques dos houthis, Riade intensificou os bombardeios contra áreas controladas pelo grupo no Iêmen.

Desde o início de setembro, os houthis ampliaram o controle sobre a costa iemenita do Mar Vermelho e reforçaram sua presença no estreito de Bab el-Mandeb. De acordo com a ONU, pelo menos 112 mil pessoas foram deslocadas dentro do Iêmen desde a retomada dos combates, e cerca de 3 mil buscaram refúgio no Djibuti.

A guerra no Iêmen começou em 2014, quando os houthis tomaram a capital, Sanaa. Uma intervenção militar liderada pela Arábia Saudita ocorreu no ano seguinte. A trégua firmada em 2022 foi rompida em julho.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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