São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Kiev registra novo ataque com drones e mísseis após dano à Academia de Ciências

Explosões foram ouvidas durante a madrugada, um dia depois de um drone russo atingir um edifício histórico e matar uma mulher.

Kiev registra novo ataque com drones e mísseis após dano à Academia de Ciências

A capital da Ucrânia foi alvo de um novo ataque durante a madrugada desta terça-feira (29), com explosões e acionamento dos sistemas de defesa antiaérea. Jornalistas relataram uma ofensiva combinada com drones e mísseis, enquanto a Força Aérea ucraniana alertou para a aproximação de “novos mísseis balísticos”.

O ataque ocorreu um dia depois de um drone russo atingir a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia, no centro histórico de Kiev. Segundo um balanço provisório divulgado pelo presidente Volodymyr Zelensky, uma mulher morreu e seis pessoas ficaram feridas. O edifício atingido foi construído no século 19, e parte da estrutura foi destruída pelas chamas.

Os feridos foram encaminhados a um hospital. Equipes de resgate atuaram no combate ao incêndio e procuraram possíveis vítimas sob os escombros. Em uma publicação no Facebook, a Academia Nacional de Ciências afirmou que o episódio foi “um ataque contra a ciência, a educação e a cultura ucranianas”.

Intensificação dos ataques

Kiev vem enfrentando, nas últimas semanas, uma sequência mais intensa de bombardeios russos. Os alvos mencionados incluem centros comerciais, postos de gasolina e instalações ferroviárias. A Ucrânia também ampliou operações de longo alcance contra estruturas na Rússia ligadas à logística e ao esforço de guerra de Moscou.

A proximidade do inverno no Hemisfério Norte aumentou, para o governo ucraniano, a preocupação com novos ataques à rede de energia do país. Na semana passada, Zelensky pediu aos aliados ocidentais mais ajuda militar, especialmente sistemas Patriot de fabricação americana, capazes de interceptar mísseis balísticos.

Tropas norte-coreanas

Na noite de segunda-feira (28), Zelensky declarou que mais de 8 mil soldados norte-coreanos estavam em território russo. O presidente também disse que Pyongyang se preparava para enviar cerca de 10 mil soldados adicionais para apoiar Moscou na guerra contra Kiev.

Em uma publicação na rede social X, o líder ucraniano afirmou que os militares estavam “sendo selecionados para receber treinamento e, em seguida, serem mobilizados na Rússia”. Estimativas de autoridades ucranianas e sul-coreanas indicam que a Coreia do Norte enviou entre 14 mil e 15 mil soldados à Rússia desde 2024. A maioria foi deslocada para a região fronteiriça de Kursk, para ajudar a repelir uma incursão ucraniana.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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