São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Nascimentos na Grécia caem 42% desde 2009, com maior impacto no continente

Seis distritos continentais registraram quedas superiores a 50%; em algumas regiões, mortes já superam nascimentos em mais de três vezes.

Nascimentos na Grécia caem 42% desde 2009, com maior impacto no continente

A Grécia registrou uma queda de 42% no número de nascimentos entre 2009 e 2024, de 117 440 para 68 310, segundo o Instituto de Investigações e Estudos Demográficos (IDEM). A redução foi mais intensa em áreas do território continental e menos acentuada em várias ilhas.

Thesprotia, Grevena, Ftiotida, Kozani, Evritânia e Florina tiveram diminuição superior a 50%. Em outros dez distritos, a retração ficou entre 45% e 50%. Já em seis distritos insulares, a queda foi inferior a 30%. Nas Cíclades e em Zakynthos, não passou de 15%.

A redução também aparece em um período mais longo. A média anual de nascimentos caiu de cerca de 148 000 em 1979-80 para aproximadamente 67 000 em 2024-25. No mesmo intervalo, a idade média das mulheres ao terem filhos subiu de 26,2 para 32,2 anos.

O índice de fecundidade também recuou: passou de cerca de 2 200 crianças por 1 000 mulheres em 1979-80 para aproximadamente 1 240 em 2024-25. Além disso, o número de mulheres entre 25 e 44 anos diminuiu em cerca de 480 000, ou 28%, entre 2009 e 2024.

Mortes superam nascimentos em grande parte das regiões

Em 2024, foram registrados 184 óbitos para cada 100 nascimentos em todo o país, ante 92 em 2009. Entre as Unidades Regionais, a proporção variou de 49 a 376 óbitos por 100 nascimentos.

Somente 5 das 74 Unidades Regionais — Santorini, Mykonos, Kos, Naxos e Rethymno — tiveram mais nascimentos do que mortes. Em 17 unidades, principalmente na Grécia continental, foram registrados entre 250 e 376 óbitos por 100 nascimentos. Em Serres, Evritânia e Grevena, a relação superou 3,5 mortes por nascimento.

O IDEM relaciona as maiores quedas à combinação de menor fecundidade nas gerações mais antigas, redução mais intensa entre as mais jovens e diminuição acelerada da população feminina em idade reprodutiva. Nas regiões com mais nascimentos em relação às mortes, o instituto aponta população mais jovem e maior capacidade de manter ou atrair jovens por meio da migração interna e internacional.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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