São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Como a Times Square deixou o comércio de cavalos para virar cartão-postal

A área de Nova York passou por mudanças de nome, declínio e revitalização antes de se tornar conhecida pelos telões luminosos.

Como a Times Square deixou o comércio de cavalos para virar cartão-postal
Foto: MK Feeney/Flickr

A Times Square passou por um período de decadência antes de se consolidar como uma das principais áreas turísticas da cidade. Hoje, seus telões atraem milhões de visitantes, mas o local já foi associado a bares decadentes, cinemas pornôs, traficantes e prostitutas.

A transformação mais recente começou nos anos 1990, quando o então prefeito Rudolph Giuliani conduziu uma iniciativa para aumentar a segurança, combater o crime e recuperar o interesse de turistas e grandes empresas. A meta era restabelecer a importância da região como marco histórico e turístico de Nova York.

De Long Acre Square a Times Square

No início do século 20, o espaço era conhecido como Long Acre Square e funcionava como ponto de comércio de cavalos e carruagens. O largo ficava no cruzamento da Sétima Avenida com a Broadway.

A mudança ganhou força em 1904, com a construção da primeira linha de metrô da cidade. O jornal The New York Times se transferiu para a Times Tower, prédio que era, naquele período, o segundo mais alto de Nova York. A Times Corporation, dona do jornal, e a IRT Company, responsável pelo metrô, pediram à prefeitura que alterasse o nome da área.

O pedido foi aprovado em 8 de abril de 1904, e o local passou a ser chamado de Times Square. A presença do jornal ajudou a dar origem ao nome, embora a empresa tenha mudado de sede várias vezes desde então. Atualmente, o The New York Times está na Oitava Avenida, perto da antiga localização e da praça.

O período de crescimento da região foi interrompido pela crise econômica de 1929. Nas décadas seguintes, a área entrou em declínio, até que as ações de revitalização dos anos 1990 alteraram novamente sua trajetória.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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