São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Da oficina ao porto: os números por trás da Estátua da Liberdade

Desmontado em 214 caixas, o monumento foi levado de navio a Nova York e inaugurado em 1886.

Da oficina ao porto: os números por trás da Estátua da Liberdade
Foto: Dudu Torres/Mundo Estranho

A Estátua da Liberdade chegou aos Estados Unidos desmontada em 214 caixas. Em 1885, a estrutura, com 46,50 metros de altura e quase 225 toneladas, foi embarcada para Nova York, onde seria instalada sobre um pedestal de alvenaria na ilha Liberty, então chamada Bedloe’s Island.

A inauguração ocorreu em 28 de outubro de 1886, com a presença do presidente Grover Cleveland. Batizado de Liberdade Iluminando o Mundo, o monumento tem 93 metros de altura contando a base e sustenta uma tocha na mão direita. Na outra mão, carrega uma tábua com a data 4 de julho de 1776, ligada à independência dos Estados Unidos.

Um projeto franco-americano

A ideia foi apresentada em 1865, durante um jantar na casa do historiador Edouard de Laboulaye, em Versalhes, na França. O objetivo declarado era marcar o centenário da independência americana e reforçar os vínculos entre França e Estados Unidos.

O escultor Frédéric-Auguste Bartholdi ficou responsável pela criação. As feições do rosto foram inspiradas na mãe dele. O projeto também expressava, nos bastidores, a influência da sociedade maçônica, da qual Bartholdi fazia parte.

Dez anos de construção

Os trabalhos começaram em 1875 e duraram dez anos. A parte externa foi moldada com 80 toneladas de cobre norueguês batidas à mão. Por dentro, a cobertura foi apoiada em uma estrutura de aço projetada por Alexandre Gustave Eiffel, engenheiro responsável pela Torre Eiffel, em Paris.

No pedestal, foram colocados os versos de The New Colossus, poema de Emma Lazarus. O texto recebe os exaustos, os pobres e as massas que buscam liberdade. Em Nova York, o monumento se tornou um símbolo americano e passou a atrair milhões de visitantes anualmente.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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