São José dos Campos, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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UE e Estados Unidos monitoram suspeita de peste pneumônica na Sibéria

A morte de uma pesquisadora após um incidente em laboratório levou cerca de 200 pessoas a permanecerem sob vigilância médica.

UE e Estados Unidos monitoram suspeita de peste pneumônica na Sibéria

A União Europeia e os Estados Unidos acompanham de perto um suspeito surto de peste pneumônica na Sibéria, na Rússia, após a morte de uma trabalhadora de laboratório. As autoridades russas ainda não confirmaram a existência de um surto.

A pesquisadora trabalhava no Instituto de Investigação Antipeste de Irkutsk e morreu em 2 de outubro. A hipótese apresentada é que ela tenha quebrado um tubo de ensaio que continha o agente causador da peste. A morte foi atribuída a uma pneumonia de causa desconhecida.

Como medida de precaução, cerca de 200 pessoas que tiveram contato com a trabalhadora foram colocadas sob vigilância médica rigorosa. As informações sobre o caso ampliaram a preocupação internacional, embora não haja confirmação russa de que a doença tenha se espalhado.

A Comissão Europeia informou que acompanha a situação e que está pronta para coordenar uma resposta entre os países do bloco, se necessário. Um porta-voz afirmou que a instituição mantém contato com especialistas do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças e acompanha de perto a evolução do caso.

A peste pneumônica é uma infecção pulmonar de evolução rápida causada pela bactéria Yersinia pestis. A transmissão ocorre por gotículas respiratórias infecciosas em situações de contato próximo. A doença tem alta taxa de mortalidade, mas pode ser tratada com antibióticos modernos.

O porta-voz da Comissão também afirmou que os países estão mais preparados para novas pandemias após a COVID-19 e mantêm reservas de antibióticos. A instituição busca atualizações por meio da Organização Mundial da Saúde, já que os contatos entre autoridades russas e europeias estão fortemente limitados desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia.

Por enquanto, a Comissão Europeia não pretende convocar uma reunião específica nem adotar medidas de emergência. O Departamento de Estado dos Estados Unidos também declarou que monitora o caso e pediu a Moscou informações rápidas, precisas e abertas. A Comissão defendeu comunicação rápida e transparente.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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