SÃO PAULO — O ato de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), teve um princípio de confusão neste sábado (3), na região da Rua Augusta, em São Paulo. Policiais militares pediram que caminhões posicionados no local fossem retirados.
Durante o evento, locutores disseram pelo sistema de som que os motoristas poderiam ser presos caso permanecessem nos veículos. Um dos condutores reagiu à abordagem: “Se alguém se machucar hoje, a polícia será responsável. Não vai descer do carro.”
Laércio Ribeiro, secretário nacional de Organização do PT, afirmou que a campanha havia ajustado os detalhes do ato com a prefeitura e a polícia. Para ele, a atuação da Polícia Militar foi “surpreendente”. Ribeiro também disse que o partido tem um vídeo no qual um policial ameaça prender o motorista de um dos caminhões caso ele não deixe o local.
O episódio ocorreu depois de o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) autorizar a caminhada na região. A decisão estabeleceu como condições a preservação do fluxo viário e o cumprimento das orientações da PM e da CET.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo foi acionada e ainda não havia se manifestado até a publicação das informações.







