São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Otoni de Paula acusa Flávio Bolsonaro de atuar em favor de milícias no Rio

Deputado também atribuiu ao senador influência sobre hospitais federais, segurança pública e a criação do orçamento secreto.

Flávio Bolsonaro é agente político das milícias do Rio de Janeiro, denuncia Otoni de Paula
Foto: Reprodução/YouTube

O deputado federal Otoni de Paula (PSD-RJ) acusou o senador Flávio Bolsonaro de atuar politicamente em favor de milícias que operam no Rio de Janeiro. A declaração foi feita na última quarta-feira (27), durante o Podcast 3 Irmãos.

Otoni afirmou que Flávio já teria abrigado familiares de milicianos em seu gabinete e o classificou como “agente político” desses grupos. O deputado também acusou o senador de envolvimento em lavagem de dinheiro e citou o caso do “Bolsomaster”, relacionado a uma produtora de filmes.

Segundo Otoni, embora a produção estivesse orçada em 69 milhões de reais, Flávio teria solicitado 134 milhões a Vorcaro. O deputado descreveu ainda o comportamento do senador como o de um “batedor de carteira”.

Outra acusação envolve os hospitais federais no Rio de Janeiro durante a presidência de Jair Bolsonaro. Otoni disse que Flávio organizava contratos, contratações e cargos nessas unidades. Também afirmou que uma milícia controlava o estacionamento de um dos hospitais e que o senador teria se beneficiado dessa estrutura.

O deputado atribuiu a Flávio e a Ciro Nogueira a articulação para criar o orçamento secreto, com o objetivo de garantir a sobrevivência política de Jair Bolsonaro.

Otoni afirmou ainda que Flávio dá sustentação política ao governador Cláudio Castro, a quem chamou de chefe de uma quadrilha que teria assaltado o Rio de Janeiro. Segundo o deputado, as indicações na segurança pública do estado passam pelo senador, inclusive as de secretários que chegaram a ser presos. Ele também criticou homenagens feitas por Flávio a milicianos nas redes sociais e o classificou como o maior traidor da direita.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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