O plano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva para uma eventual reeleição propõe a criação de um Ministério da Segurança Pública, a manutenção da política de valorização do salário mínimo acima da inflação e a ampliação do Farmácia Popular. O documento reúne medidas para saúde, segurança pública, educação, economia, combate à corrupção, defesa e política externa.
Na saúde, a proposta prevê investimentos em diagnóstico e tratamento do câncer, além da atualização de medicamentos quimioterápicos e imunoterápicos. O plano também pretende ampliar o Farmácia Popular para incluir exames laboratoriais, exames de diagnóstico e monitoramento de condições crônicas, como hipertensão e diabetes.
A nova pasta de segurança teria a função de coordenar políticas nacionais em articulação com estados e municípios. O documento também prevê o fortalecimento do Programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado em maio deste ano, com ações contra o tráfico de armas, munições, acessórios e explosivos. Entre as medidas estão ainda o combate ao financiamento do crime organizado e das milícias e o reforço da segurança nos presídios.
Para a educação, o plano propõe expandir a rede de institutos federais de educação técnica e tecnológica, priorizando a interiorização, as periferias urbanas, os vazios educacionais e municípios com baixa oferta de cursos técnicos. Também estão previstas a expansão de creches, a ampliação do ensino integral e mais oportunidades nos ensinos técnico e superior.
Na economia, Lula propõe isenção de impostos para a cesta básica e continuidade da política de valorização do salário mínimo, com crescimento da renda real acima do custo de vida. A estratégia industrial inclui inovação, inteligência artificial e minerais críticos.
O documento prevê manter o Plano de Integridade e Combate à Corrupção 2025–2027 e ampliar políticas de transparência. O Portal da Transparência deverá utilizar dados abertos e inteligência artificial.
Na defesa, as propostas incluem proteção de fronteiras, fortalecimento da Base Industrial e Tecnológica de Defesa e equipamentos para as Forças Armadas. A política externa prioriza a integração da América do Sul e a consolidação do Mercosul como plataforma regional.







