SÃO PAULO — As carretas do programa Agora Tem Especialistas já realizaram mais de 74 mil procedimentos em São Paulo. As dez unidades móveis em operação no estado atenderam cerca de 33,5 mil pessoas em 39 municípios, com consultas, exames e procedimentos especializados.
As unidades paulistas são seis carretas de Saúde da Mulher, instaladas em Batatais, Itu, Andradina, Franca, Guaratinguetá e Osasco; três voltadas a exames de imagem, em Araçatuba, Sumaré e Jacareí; e uma de Oftalmologia, também em Osasco.
O atendimento já alcançou municípios de diferentes regiões do estado, entre eles Campinas, Santos, Guarulhos, Ribeirão Preto, Piracicaba, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e São José dos Campos. A lista também inclui Águas de Lindóia, Americana, Apiaí, Araraquara, Atibaia, Bauru, Capão Bonito, Caraguatatuba, Diadema, Embu das Artes, Francisco Morato, Itaquaquecetuba, Jaú, Jundiaí, Matão, Mauá, Mogi Guaçu, Paranapanema, Registro, São Caetano do Sul, Sumaré, Suzano e Votuporanga.
Resultados no país
Em todo o Brasil, as 120 carretas do programa ultrapassaram 1 milhão de procedimentos e atenderam 410 mil pessoas em 4.290 municípios. As unidades estão divididas entre 63 carretas de Saúde da Mulher, 42 de exames de imagem e 15 de Oftalmologia. A previsão do Ministério da Saúde é chegar a 150 unidades móveis até o fim do ano.
Segundo o Ministério da Saúde, 170 filas foram zeradas em 88 municípios de 22 estados. Em São Paulo, foram 6 filas encerradas em 5 municípios. Em Piracicaba, as unidades móveis atenderam toda a demanda por tomografias de abdômen superior e de pelve, bacia e abdômen inferior. Em Ribeirão Preto, o resultado ocorreu na fila de cirurgias de catarata.
Entre os procedimentos feitos no país estão mais de 110 mil tomografias e 80 mil cirurgias de catarata. As carretas de Saúde da Mulher oferecem mamografias, ultrassonografias e outros exames para investigar alterações relacionadas aos cânceres de mama e do colo do útero.
Os serviços são gratuitos e destinados a pacientes do SUS encaminhados e agendados pela rede pública. As unidades podem ser deslocadas para municípios e regiões com maior demanda por atendimento especializado. Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o programa aproxima o serviço da população e reduz o tempo de espera por diagnóstico e tratamento.






