São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Bélgica lidera tempo médio de deslocamento ao trabalho na Europa

Trabalhadores belgas levam 61 minutos por dia, enquanto Itália e Eslovênia registram cerca de 35 minutos.

Bélgica lidera tempo médio de deslocamento ao trabalho na Europa

A Bélgica tem o maior tempo médio diário de deslocamento entre os países europeus analisados pela SD Worx: 61 minutos. A média de toda a Europa é de 48 minutos por dia, mas os resultados variam conforme o país, a geografia, o trânsito e os hábitos dos trabalhadores.

Itália e Eslovênia aparecem entre os países com os trajetos mais curtos, com cerca de 35 minutos diários. Na outra ponta, a Suécia registra 57 minutos, e a Irlanda, 56 minutos.

A SD Worx informa que 13% da força de trabalho belga são “super commuters”, pessoas que passam duas horas ou mais no deslocamento. É a maior proporção registrada na Europa. Além disso, 14% dos trabalhadores do país percorrem mais de 120 quilômetros por dia.

Distância e trânsito

Países Baixos e Romênia têm a mesma média diária: 53 minutos. As razões, porém, são diferentes. Nos Países Baixos, os trabalhadores percorrem, em média, 63 quilômetros, com apoio de uma infraestrutura descrita pela SD Worx como eficiente para viagens longas.

Na Romênia, os mesmos 53 minutos são usados para percorrer distâncias menores. O estudo relaciona esse tempo ao trânsito intenso e à congestão urbana.

Percepção sobre o tempo perdido

A pesquisa também avaliou como os trabalhadores percebem a duração dos trajetos. Na Bélgica, onde a média supera o limite de 57 minutos considerado aceitável pelas pessoas em geral, 34% dos trabalhadores veem esse período como tempo perdido.

Ainda conforme a SD Worx, 32% dos trabalhadores belgas desejam mais trabalho remoto, percentual ligeiramente inferior à média internacional. Os dados mostram diferenças entre os países tanto na duração das viagens quanto nos fatores que explicam esses deslocamentos e na forma como eles são avaliados pelos trabalhadores.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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