São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Investigação confirma 25 PIX não repassados por vendedor de roupas em Roraima

Polícia Civil indiciou homem por apropriação indébita após comprovar pagamentos feitos por clientes entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026.

Investigação confirma 25 PIX não repassados por vendedor de roupas em Roraima
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil/Arquivo

A Polícia Civil indiciou um vendedor de 43 anos por apropriação indébita após confirmar que ele recebeu pagamentos de clientes e não transferiu à empresa os valores correspondentes às roupas vendidas. A investigação identificou 25 recebimentos feitos por PIX, que somaram R$ 7.447.

O esquema foi descoberto quando a empresa procurou compradores para conferir as transações. Alguns apresentaram comprovantes de transferências realizadas diretamente para uma conta ligada ao vendedor. Policiais do 2º Distrito Policial analisaram os documentos e confirmaram que os valores não haviam sido repassados.

Os pagamentos foram feitos entre 9 de dezembro de 2025 e 28 de fevereiro de 2026, em pouco mais de dois meses. O vendedor recebia as peças para comercialização e deveria ficar apenas com sua comissão, encaminhando à empresa o restante obtido nas vendas.

“Conseguimos comprovar 25 recebimentos que não foram repassados à empresa”, afirmou o delegado Vinicius do Vale. Segundo ele, a apuração considerou os comprovantes e a confirmação dos compradores.

Durante o inquérito, os agentes tentaram encontrar o suspeito para interrogá-lo. A polícia descobriu, porém, que ele havia deixado o Brasil e estava em uma região de garimpo na Guiana.

O inquérito foi concluído na quinta-feira (3), e o caso foi divulgado neste sábado (5). O indiciamento ocorre quando a Polícia Civil conclui, com base na investigação, que existem indícios de crime associados a uma pessoa. O procedimento é encaminhado ao Ministério Público, que pode apresentar denúncia à Justiça.

A apropriação indébita ocorre quando alguém recebe legalmente um bem ou valor, mas permanece com ele em vez de repassá-lo ao proprietário, conforme a explicação apresentada pela polícia.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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