São José dos Campos, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Brasil

Renan Santos pede saída de autoridades em ato no Ibirapuera

Candidato também defendeu novas investigações sobre o Banco Master, uma nova Constituição e mudanças na política de segurança pública.

Renan Santos faz ato no Ibirapuera e pede afastamento de Toffoli e Moraes do STF, de Andrei da PF e de Gonet da PGR
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) pediu o afastamento de quatro autoridades durante um ato realizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, nesta segunda-feira (7). As reivindicações foram apresentadas em um manifesto.

O documento defende a saída de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e de Paulo Gonet, procurador-geral da República.

O manifesto também pede a continuidade das investigações sobre o Banco Master, com apuração da conduta de lideranças políticas, empresariais e do meio jurídico. Durante o evento, Renan afirmou: “Que se abra a caixa-preta do Banco Master e que parem todos na cadeia”.

No discurso, o candidato criticou a falta de disposição da população para abandonar práticas tradicionais da política. Segundo ele, os brasileiros estariam “viciados no erro” e mais preocupados em defender políticos do que em combater a corrupção.

Renan disse ter ficado assustado com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) nas primeiras colocações das pesquisas eleitorais. Também responsabilizou as gerações mais velhas pela manutenção dos problemas do país e afirmou que os mais jovens seriam os únicos preocupados com o futuro nacional.

Constituição e segurança pública

O candidato defendeu que o Brasil tenha uma nova Constituição, mas não explicou como seria convocado um processo constituinte nem quais mudanças pretende fazer na Carta atual. Para Renan, a Constituição e os responsáveis por sua elaboração fracassaram.

Na área de segurança pública, ele defendeu que policiais atirem contra criminosos armados e rejeitou classificar essa posição como radical. Também criticou uma democracia que, em sua avaliação, deixaria brasileiros submetidos ao crime organizado.

“Se isso é democracia para vocês, eu não sou um democrata”, afirmou. Na sequência, Renan disse que o Brasil é uma república democrática e que os direitos humanos dos brasileiros devem ser respeitados.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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