São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Alta dos imóveis desacelera pelo quinto mês, mas chega a 14,73% em um ano

Índice da Abecip avançou 0,87% em agosto; valorização acumulada supera a inflação e os aluguéis no período de 12 meses.

Alta dos imóveis desacelera pelo quinto mês, mas chega a 14,73% em um ano

Os preços dos imóveis residenciais subiram 0,87% em agosto, segundo o IGMI-R (Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial), divulgado pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Apesar da alta mensal, a valorização acumulada em 12 meses perdeu força pelo quinto mês consecutivo e ficou em 14,73%.

Em julho, o índice havia avançado 0,61%. Em março, os imóveis acumulavam valorização de quase 20% em 12 meses. Entre janeiro e agosto, a alta foi de 6,56%, abaixo dos 10,19% registrados no mesmo período de 2025 e dos 9% de 2024.

A valorização dos imóveis ficou acima da inflação, de 4,22%, e também superou o avanço dos aluguéis. O IVAR, índice da FGV que acompanha os contratos de locação residencial, acumulou alta de 5,09% em 12 meses.

A Abecip afirma que a diferença entre os indicadores mostra que os preços de venda não dependem apenas dos custos das incorporadoras. Oferta, demanda, condições de crédito e características de cada mercado também influenciam a formação dos valores.

Diferenças entre capitais

O desempenho variou entre as capitais pesquisadas. Recife teve a maior valorização no acumulado do ano, de 12,04%, e em 12 meses, de 25,81%. Na sequência anual apareceram Curitiba, com 21,19%; Salvador, com 19,20%; Brasília, com 18,41%; e Porto Alegre, com 16,66%.

Porto Alegre registrou a maior alta mensal em agosto, de 1,66%, seguida por Belo Horizonte, com 1,65%, e Recife, com 1,44%. Curitiba foi a única capital com queda no mês, de 0,23%, embora tenha acumulado alta de 8,82% no ano.

Em São Paulo, os preços aumentaram 0,81% em agosto, após alta de 0,25% em julho. No acumulado do ano, a capital paulista registrou valorização de 5,57%, abaixo do índice nacional.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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