São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

CNI cobra equilíbrio e reação à crise institucional no STF

Ricardo Alban defendeu consenso entre Poderes, empresários e trabalhadores para preservar investimentos e crescimento econômico.

CNI cobra equilíbrio e reação à crise institucional no STF

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, pediu responsabilidade na condução do país e afirmou que a crise institucional no Supremo Tribunal Federal (STF) exige uma reação vigorosa, justa e responsável.

Em posicionamento publicado nesta quarta-feira (9), Alban disse que as crises em Brasília colocam as instituições em risco e podem afetar a confiança da população nos poderes públicos, considerada por ele um alicerce da democracia. “A República enfrenta um teste de integridade inédito”, escreveu.

A CNI defendeu que os próximos passos sejam conduzidos com equilíbrio e atenção. Para a entidade, questões políticas, eleitorais ou institucionais não devem interromper o desenvolvimento nem fazer o Brasil perder oportunidades de crescimento no cenário internacional.

Alban também classificou o momento como decisivo e afirmou que cada movimento será importante para planejar um país próspero para os jovens. Ele convocou os Poderes constituídos, empresários e trabalhadores a buscar consenso em torno de temas estratégicos.

Entre as prioridades citadas estão o estabelecimento de metas fiscais e a adoção de políticas econômicas estruturantes capazes de garantir investimentos e crescimento econômico. Segundo Alban, isso deve ocorrer com amplo direito de defesa e sem influência político-partidária.

Ao final, o presidente da CNI afirmou que todos são brasileiros e brasileiras e defendeu a continuidade da confiança no país.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5