ESPÍRITO SANTO — A disputa entre a Apex Partners e Fernando Cinelli começou em 6 de agosto, quando a gestora informou ter identificado “inconsistências financeiras” em seus números e afastou o executivo da presidência. O caso teve novo desdobramento com uma solicitação encaminhada pela empresa à Justiça do Espírito Santo.
No documento, a Apex pede que o Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) avalie a possibilidade de requerer a prisão preventiva de Cinelli, que é ex-presidente da casa. A análise, portanto, foi apresentada ao Ministério Público por meio da Justiça estadual.
A solicitação está relacionada ao conflito entre o executivo e a gestora. A Apex Partners atribuiu o afastamento de Cinelli à identificação das inconsistências financeiras mencionadas no início da disputa. O pedido agora depende da avaliação do MPES sobre a medida apresentada pela empresa.







