São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

IBC-Br acumula alta de 1,5% em 12 meses, apesar de recuo em julho

Indicador do Banco Central caiu 0,2% no mês, com retração na agropecuária e na indústria; serviços ficaram estáveis.

IBC-Br acumula alta de 1,5% em 12 meses, apesar de recuo em julho

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 1,5% nos últimos 12 meses, mas registrou retração de 0,3% no trimestre encerrado em julho de 2026, na comparação com o período terminado em abril de 2026.

Na leitura mensal, o indicador recuou 0,2% em julho ante junho, com os efeitos sazonais retirados. O resultado ficou dentro das expectativas do mercado, informou o Banco Central nesta quarta-feira. Na comparação com julho de 2025, houve crescimento de 1,1%.

A agropecuária teve a maior queda entre os setores, de 1,2%. A indústria recuou 0,4%, enquanto os serviços permaneceram estáveis.

O IBC-Br é divulgado mensalmente e reúne dados da indústria, do comércio, dos serviços e da agropecuária. Criado pelo Banco Central para acompanhar a economia com maior frequência, o índice é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB).

O resultado de julho, segundo a avaliação apresentada, reforça um cenário de desaceleração da atividade econômica observado nos indicadores setoriais. O movimento é esperado diante da Taxa Selic, atualmente em 14%.

A expectativa é que a perda de ritmo continue no segundo semestre, especialmente com a redução dos efeitos de estímulos fiscais concedidos pelo governo federal na primeira metade do ano, como a antecipação de precatórios.

Para este ano, o Banco Central estima crescimento de 2,0% da economia brasileira. A projeção do governo federal é de expansão de 2,3%.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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