O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) recuou 0,22% em julho, na série com ajuste sazonal, após uma queda de 0,88% em junho. O resultado de junho foi revisado: antes, a retração informada era de 0,64%.
Entre os componentes, a agropecuária teve a maior redução no mês, de 1,15%. Em junho, o setor havia avançado 0,99%, número posteriormente revisado de 0,96%. A indústria caiu 0,40%, depois de registrar baixa de 1,77% no mês anterior, também revisada, de 1,35%.
O indicador que exclui a agropecuária diminuiu 0,13% em julho, ante recuo de 1,05% em junho. Esse resultado anterior foi revisado de 0,91%. O índice de serviços teve queda de 0,01%, após diminuir 0,49% no mês anterior.
O índice de impostos, que corresponde em linhas gerais à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 0,16%. Em junho, a queda havia sido de 1,14%, posteriormente revisada de 1,04%.
Comparação anual
Na comparação com julho de 2025, o IBC-Br avançou 1,14% na série sem ajuste sazonal. O indicador que exclui a agropecuária cresceu 0,99%, enquanto o índice do setor agropecuário subiu 3,69%.
No mesmo intervalo, os serviços tiveram alta de 1,26%, a indústria aumentou 0,47% e o índice de impostos avançou 0,75%. Em junho, esses indicadores haviam registrado, respectivamente, altas de 2,30%, 1,61% e 2,73%. Os números de junho foram revisados de 2,04%, 2,03% e 2,80%.
A queda mensal do IBC-Br ficou acima da mediana das estimativas, que apontava recuo de 0,10%. As projeções variavam de baixa de 0,40% a alta de 0,40%. Na comparação anual, o crescimento de 1,14% também superou a mediana de 1,10%, com estimativas entre 0,80% e 2,10%.








