São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Ações brasileiras ganham força e Ibovespa fecha aos 187.366,84 pontos

Índice subiu 1,20%, apoiado por Petrobras, Vale e bancos, enquanto investidores acompanharam a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Ações brasileiras ganham força e Ibovespa fecha aos 187.366,84 pontos

O fluxo estrangeiro e a percepção de que a disputa eleitoral pode influenciar a política fiscal deram força ao Ibovespa nesta terça-feira. O índice avançou 1,20% e terminou o pregão aos 187.366,84 pontos, maior patamar desde 4 de maio.

As ações da Petrobras, da Vale e dos bancos sustentaram a alta ao longo do dia. O indicador chegou a se aproximar da faixa dos 190 mil pontos, mas se afastou das máximas durante a tarde, sem perder o avanço acumulado no pregão.

A avaliação predominante entre investidores relaciona o movimento ao estreitamento da distância entre Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro. Na leitura do mercado financeiro, esse cenário aumenta a expectativa por uma condução mais dura dos gastos públicos a partir do ano que vem. Uma pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta terça-feira apontou empate técnico entre os dois principais candidatos.

Investimento estrangeiro

Roberto Moura, head de renda variável da Grand Capital Invest, afirmou que o fluxo para o EWZ, por meio de opções no exterior ou de compras do fundo, voltou a impulsionar a bolsa desde o fim do mês passado. Para ele, a entrada de capital estrangeiro tem sustentado as cotações no começo do mês.

O desempenho do EWZ em relação a outros mercados emergentes reforça a percepção de que a valorização tem fatores domésticos. Desde o começo do mês, o fundo negociado em Nova York acumula alta de quase 9%, enquanto o EEM sobe 2,3%.

O Brasil faz parte do EEM, mas tem participação inferior à de China, Taiwan, Coreia do Sul e Índia. Operadores observam que o chamado trade eleitoral ganhou espaço entre investidores globais pelas expectativas para a política fiscal, os juros e os efeitos financeiros sobre as empresas.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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