São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Alimentação e passagens aéreas ganham força no IPCA-15 de setembro

Índice acumulou alta de 3,82% no ano e de 4,47% em 12 meses, informou o IBGE.

Alimentação e passagens aéreas ganham força no IPCA-15 de setembro

O tomate, as passagens aéreas e o cigarro estão entre os itens que mais pressionaram o IPCA-15 em setembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice subiu 0,70%, depois de registrar deflação de 0,40% em agosto. No ano, o acumulado é de 3,82%; em 12 meses, de 4,47%.

A coleta de preços foi realizada entre 15 de agosto e 15 de setembro de 2026, com comparação aos valores praticados de 16 de julho a 14 de agosto de 2026. O indicador considera famílias com renda de 1 a 40 salários-mínimos e abrange regiões metropolitanas, Brasília e o município de Goiânia.

Em Alimentação e Bebidas, a alta foi de 0,40%. A alimentação no domicílio avançou 0,38%, após queda de 0,97% em agosto. Tomate (20,76%), arroz (2,39%) e carnes (1,30%) tiveram as maiores altas citadas pelo IBGE. Feijão carioca (-6,33%), cebola (-4,41%) e café moído (-1,36%) reduziram a pressão do grupo.

A alimentação fora do domicílio também acelerou. A refeição passou de 0,25% em agosto para 0,38% em setembro, enquanto o lanche variou de 0,75% para 0,44%.

Outros grupos

Transportes subiu 0,60% e teve impacto de 0,12 ponto porcentual. As passagens aéreas aumentaram 9,82%. Entre os combustíveis, houve alta do gás veicular (1,56%) e da gasolina (0,30%), enquanto óleo diesel (-0,78%) e etanol (-0,22%) recuaram.

Despesas Pessoais registrou a maior variação fora de Habitação, com 0,96%. O cigarro subiu 14,00% após reajuste a partir de 1º de agosto. Educação teve a menor alta, de 0,03%.

Habitação, por sua vez, liderou as variações entre os grupos, com 2,07% e impacto de 0,31 ponto porcentual. A energia elétrica residencial avançou 7,42%, após queda de 6,25% em agosto, com o fim da incorporação do Bônus de Itaipu. O item respondeu por 0,29 ponto porcentual do resultado.

O IBGE informou ainda que a bandeira tarifária amarela foi mantida em setembro, com acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. No gás encanado, a alta foi de 0,92%; água e esgoto variou 0,03%. Todos os grupos pesquisados tiveram alta no mês.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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