As taxas dos contratos futuros de juros recuaram na manhã desta sexta-feira, 11, com maior intensidade nos vencimentos médios. A queda do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries contribuiu para o movimento, assim como a deflação de 0,32% do IPCA em agosto, informada pelo IBGE.
Nos prazos mais curtos, a baixa foi limitada porque o mercado já considera amplamente provável um corte de 25 pontos-base na Selic na próxima semana. A taxa, nesse cenário, passaria para 13,75% ao ano. O resultado da inflação também pode elevar as apostas em novos cortes ainda este ano e reduzir as projeções de alta dos juros no ano que vem.
Às 9h20, o DI com vencimento em janeiro de 2027 era negociado a 13,575%, ante 13,586% no ajuste anterior. O contrato para janeiro de 2029 recuava a 13,755%, de 13,831%, enquanto o vencimento para janeiro de 2031 caía a 13,950%, contra 14,029% no ajuste de quinta-feira, 10.








