Títulos atrelados à Selic atingem maior participação histórica na dívida federal
Papéis vinculados à Selic chegaram a 52,74% do estoque em agosto, enquanto a dívida total alcançou R$ 9,293 trilhões.
Papéis vinculados à Selic chegaram a 52,74% do estoque em agosto, enquanto a dívida total alcançou R$ 9,293 trilhões.
Relatório do Copom mantém em 5,2% a estimativa para a inflação no fim de 2026 e aponta perda de ritmo da atividade econômica.
Gabriel Galípolo também afirmou que medidas macroprudenciais não dependerão da fase do ciclo econômico e citou o efeito da indexação sobre os juros.
Gabriel Galípolo afirmou que os dados indicam perda de ritmo, mas defendeu cautela na condução dos juros diante das incertezas.
Relatório prevê IPCA de 5,21% em dezembro e reduz a estimativa de crescimento do PIB deste ano para 1,8%.
Moeda recuou 0,08% nesta terça-feira, enquanto investidores acompanharam a ata do Copom e o cenário eleitoral brasileiro.
Ministério afirma que endividamento ficou praticamente estável, mas modalidades como cartão e cheque especial encareceram o orçamento.
Ata do Banco Central registra riscos de alta para os preços e afirma que a Selic será ajustada conforme a evolução do cenário.
Ata do Copom relaciona desaceleração do crédito e da ocupação ao enfraquecimento da atividade e mantém atenção sobre os rendimentos.
Ata da reunião de setembro registra incertezas elevadas e confirma corte de 0,25 ponto na Selic, para 13,75% ao ano.
Ata mantém corte de 0,25 ponto percentual e afirma que incertezas exigem cautela na condução da política monetária.
Banco projeta desaceleração da economia, menor consumo e cortes na taxa básica de juros até o fim de 2026.
Mesmo com juros dos EUA em alta e Selic em queda, analistas apontam fatores que sustentam o interesse pelo Brasil.
Mercados repercutem cortes da Selic, alta dos juros nos EUA e impacto fiscal do reajuste de 15,04% no Bolsa Família.
Copom reduziu a taxa brasileira, enquanto o Fed elevou os juros; decisões refletem cenários distintos de inflação e atividade.
Decisão unânime baixou a taxa em 0,25 ponto porcentual, de 14,0% para 13,75% ao ano.
Comitê reduziu a Selic para 13,75% ao ano e afirmou que a trajetória prevista no Focus não leva a inflação à meta no período.
Comitê mantém assimetria altista no balanço de riscos e reduz a Selic para 13,75% ao ano.
Taxa real brasileira ficou em 8,45% após o Copom reduzir a Selic de 14% para 13,75% ao ano.
Corte de 0,25 ponto percentual foi unânime; taxa real brasileira permanece em 8,45%, a maior entre os países monitorados.