Inflação projetada recua, mas segue acima do teto da meta em 2026
Mercado prevê Selic em 13,75% ao ano após reunião de dois dias do Copom, que começa nesta terça-feira (15).
Mercado prevê Selic em 13,75% ao ano após reunião de dois dias do Copom, que começa nesta terça-feira (15).
Dario Durigan afirma que a taxa depende também do sistema financeiro, de hábitos de investimento e da credibilidade fiscal de longo prazo.
Vendas recuaram em julho, enquanto o dólar chegou a R$ 5,1345 após atuação do Banco Central e novas pesquisas eleitorais.
Mercado projeta corte da Selic no Brasil e alta dos juros básicos nos Estados Unidos na chamada “Superquarta”.
Índice recuava 1,35% às 11h15, enquanto investidores acompanhavam petróleo, pesquisas eleitorais e decisões do Fed e do Copom.
Contratos de prazos maiores avançam, enquanto mercado concentra apostas em corte de 25 pontos-base da Selic na quarta-feira (16).
Relatório do Banco Central também mantém em 10% a estimativa para os juros no fim de 2029; previsão para 2026 tem recuo no recorte recente.
Desconto na energia e recuo dos alimentos explicam a deflação de agosto, enquanto economistas apontam riscos para os próximos meses.
Queda da energia elétrica, influenciada pelo Bônus de Itaipu, levou o índice à maior deflação desde agosto de 2022.
Índice caiu 0,32% no mês, enquanto analistas projetam redução da taxa básica para 13,75% na próxima reunião do Copom.
Desconto nas contas de luz foi o principal fator para a deflação, que ficou abaixo das projeções e reduziu o índice em 12 meses para 4,22%.
Bolsa recua nesta sexta-feira, 11, pressionada por commodities, enquanto inflação brasileira abre espaço para apostas sobre a Selic.
Taxas futuras cedem nos vencimentos médios após IPCA de agosto, enquanto corte já esperado da Selic limita a queda nos prazos curtos.
Inflação abaixo das projeções enfraqueceu as taxas futuras, enquanto petróleo e minério de ferro recuaram no exterior.
Saques superaram depósitos no mês, e saldo acumulado de retiradas em 2025 chegou a R$ 57,1 bilhões.
Estimativa para o IPCA caiu para 5%, enquanto mercado elevou previsão para 2027 e manteve projeções para os anos seguintes.
Candidato do Novo relacionou os juros elevados ao desequilíbrio fiscal e defendeu o fim de subsídios e do Custo Brasil.