As taxas dos juros futuros subiram nesta manhã, acompanhando a valorização do dólar, do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries. O movimento ocorre enquanto o Brent avançava até US$ 105,56, em meio ao prolongamento do conflito no Oriente Médio e à ausência de sinais de solução entre Estados Unidos e Irã.
No Brasil, os mercados também monitoram a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal. A estabilidade do volume de serviços em julho ficou em segundo plano diante desse cenário. O resultado veio abaixo da mediana das estimativas, de +0,2%.
Às 9h32, a taxa do depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 atingiu máxima de 13,595%, ante 13,572% no ajuste anterior. O contrato para janeiro de 2029 chegou a 13,965%, contra 13,860%, enquanto o DI para janeiro de 2031 avançou a 14,220%, ante 14,091% no ajuste de ontem.
As projeções também indicam mediana de 5,00% para o IPCA de 2026, acima do teto da meta de inflação. Pesquisa BTG/Nexus apontou que 52% consideram a economia do país ruim ou péssima, enquanto 16% a avaliam como ótima ou boa.








