São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Petróleo e Petrobras levam Ibovespa à alta de 0,54%

Índice fechou aos 186.502,64 pontos, enquanto investidores acompanharam os efeitos do petróleo e o cenário político no STF.

Petróleo e Petrobras levam Ibovespa à alta de 0,54%

O Ibovespa terminou a sessão de terça-feira (15) com alta de 0,54%, aos 186.502,64 pontos. O avanço ocorreu na contramão das bolsas norte-americanas e foi sustentado principalmente pela disparada do petróleo no exterior, que favoreceu as ações da Petrobras.

Durante a tarde, os investidores adotaram uma postura mais defensiva, e o índice perdeu distância do pico alcançado na faixa dos 187 mil pontos. As ações que compõem o Ibovespa movimentaram R$ 15 bilhões. Com a sequência de altas, o índice passou a acumular ganho de 5,12% em setembro.

Para Ricardo Freitas, assessor de investimentos independente, a crise no Estreito de Ormuz elevou a cotação do petróleo e ampliou as margens da Petrobras. “Seguiremos com volatilidade aguda nos preços pelas incertezas com esse cenário global”, afirmou.

A valorização da commodity também gerou preocupação sobre seus possíveis efeitos na inflação mundial, especialmente em um período de juros elevados nas economias desenvolvidas. Ainda assim, o desempenho da Petrobras teve peso decisivo no resultado da bolsa brasileira.

O mercado também acompanhou o cenário político, com atenção ao julgamento sobre a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto envolvimento com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Marcelo Audi, sócio da Cardinal Partners, avaliou que o ambiente político, além do petróleo, contribuiu para o desempenho dos ativos locais. Segundo ele, acontecimentos eleitorais capazes de alterar de forma relevante o prêmio de risco podem fazer a bolsa se descolar do cenário macroeconômico, como ocorreu em 2018.

Marcos Bassani, especialista em investimentos e sócio-fundador da Boa Brasil Capital, apontou tensão no mercado antes de uma definição sobre a crise no STF. Ele também citou como pontos de atenção as decisões de política monetária previstas para quarta-feira nos Estados Unidos e no Brasil.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5