São José dos Campos, Sexta-feira, 9 de outubro de 2026
Justiça

PGR diz que não ouviu Daniel Vorcaro em tratativas de delação

Procuradoria afirma que recebeu propostas apresentadas pela defesa, mas rejeitou o acordo sem manter contato direto com o banqueiro.

PGR diz que não ouviu Daniel Vorcaro em tratativas de delação

A Procuradoria-Geral da República afirmou nesta sexta-feira 9 que Daniel Vorcaro não prestou depoimento oral durante as tratativas para um acordo de colaboração premiada. O órgão também disse não ter mantido contato direto com o ex-dono do Banco Master, que está preso preventivamente.

Em nota, a PGR declarou que recebeu as propostas nos termos em que foram apresentadas pela defesa, sem fazer uma avaliação antecipada ou recusá-las antes da análise. A Procuradoria informou ainda que a ausência de depoimento ocorreu porque a proposta foi rejeitada, com os motivos comunicados aos advogados.

A nota não informa quais foram as razões da rejeição nem detalha o conteúdo dos documentos apresentados pela defesa. Ao final, o órgão afirmou que respeita o sigilo previsto em lei para procedimentos de colaboração premiada.

Relatos sobre documentário

A manifestação foi divulgada no mesmo dia em que foram publicados relatos atribuídos a Vorcaro sobre supostos pagamentos ligados ao documentário Lula, dirigido pelo cineasta Oliver Stone e lançado em 2024. As informações mencionam possíveis repasses ao Instituto Lula e recursos destinados à produção do filme.

Os relatos foram apresentados como tendo chegado às autoridades. A PGR, porém, esclareceu que não houve depoimento oral do banqueiro no contexto das negociações para uma colaboração premiada. O órgão também negou ter mantido interlocução direta com Vorcaro durante esse processo.

A Procuradoria não confirmou o conteúdo dos relatos nem forneceu informações adicionais sobre as propostas de acordo. A manifestação ficou restrita à forma como os documentos foram recebidos, à rejeição da proposta e à inexistência de uma oitiva oral do banqueiro.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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