São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Metsola prevê que Austrália e Nova Zelândia possam se associar à União Europeia

Presidente do Parlamento Europeu defende novo formato de cooperação entre adesão plena e status de candidato, inicialmente proposto ao Canadá.

Metsola prevê que Austrália e Nova Zelândia possam se associar à União Europeia

A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, afirmou que Austrália e Nova Zelândia poderão se tornar membros associados da União Europeia. A proposta é apresentada como uma alternativa entre a adesão plena ao bloco e o status de país candidato.

Metsola disse que o modelo pode ser ampliado para outros países com visões semelhantes às da UE. “Há países com os quais queremos aprofundar a nossa relação”, afirmou. Ela também declarou que espera o interesse de novos parceiros em um período de incerteza.

A União Europeia já mantém acordos comerciais com a Austrália e a Nova Zelândia. O Canadá, que assinou em 2016 um acordo comercial abrangente com o bloco, também é considerado um possível membro associado.

Cooperação em comércio e regras comuns

Segundo Metsola, as negociações ainda estão em estágio inicial. O formato poderá incluir relações comerciais mais estreitas, acesso a matérias-primas críticas e regras comuns para temas de interesse desses países, como redes sociais e proteção de menores.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs o status de membro associado para o Canadá em seu discurso anual sobre o Estado da União. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, deverá falar no Parlamento Europeu na quinta-feira, às 11h30.

A iniciativa ocorre enquanto o Canadá busca estreitar os vínculos com o bloco em meio a uma guerra comercial com os Estados Unidos. O presidente Donald Trump afirmou que poderia considerar novas tarifas contra a União Europeia caso o pedido canadense fosse considerado hostil.

Atualmente, um acordo comercial entre Washington e Bruxelas estabelece tarifa de 15% para produtos europeus. Metsola afirmou que a proposta de parceria não é dirigida contra nenhum país, mas busca fortalecer uma cooperação baseada em regras. Um porta-voz da Comissão Europeia declarou que o reforço da parceria é “a favor da nossa força comum”.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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