EUA e China detalham bens que podem ter tarifas reduzidas
Listas abrangem cerca de 30 bilhões de dólares em produtos de cada país e podem afetar exportadores europeus de alimentos e bebidas.
Listas abrangem cerca de 30 bilhões de dólares em produtos de cada país e podem afetar exportadores europeus de alimentos e bebidas.
As listas abrangem cerca de US$ 30 bilhões em comércio anual, mas ainda não há definição sobre os cortes ou sua data de início.
Proposta prevê possíveis cortes para 77 categorias chinesas e mais de 1.600 americanas, mas nenhuma tarifa mudou até agora.
Em entrevista, presidente disse haver indícios de uso de inteligência artificial e criticou o unilateralismo comercial dos Estados Unidos.
Governo australiano diz que busca concluir acordo comercial com a UE, enquanto Nova Zelândia nega discussões sobre uma possível associação.
Defesa, aviação, ferrovias, baterias e minerais críticos estão entre as áreas com maior potencial de negócios para grupos europeus.
Documento aponta maior influência de economias emergentes, disputas sobre subsídios e efeitos da concorrência de importados.
Medidas dos Estados Unidos incluem sobretaxa de 50% e possível proibição de bebidas, laticínios e motocicletas canadenses.
Líderes do bloco destacaram o crescimento inclusivo, o multilateralismo e a necessidade de reduzir desequilíbrios comerciais.
Medidas anunciadas pelos EUA entram em vigor em setembro, enquanto Ottawa aplica tarifas sobre US$ 27,6 bilhões em produtos americanos.
Declaração assinada em Belgrado prevê cooperação em transportes, energia, digitalização, comércio e mobilidade laboral.
Reunião em Belgrado definiu setores prioritários, enquanto o comércio bilateral chegou a US$ 41,9 milhões em 2025.
Medidas atingem aço, eletrônicos, máquinas e outros bens; Donald Trump também ameaça restringir vendas da Bombardier nos EUA.