São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Listas de tarifas entre EUA e China ainda dependem de revisão dos governos

Proposta prevê possíveis cortes para 77 categorias chinesas e mais de 1.600 americanas, mas nenhuma tarifa mudou até agora.

Listas de tarifas entre EUA e China ainda dependem de revisão dos governos

A proposta de redução tarifária entre Estados Unidos e China ainda não entrou em vigor. Nenhuma tarifa foi alterada até o momento, e as alíquotas e o cronograma de eventual implementação não foram informados pela Casa Branca.

O documento divulgado no domingo (27) prevê que os dois governos examinem listas de produtos com base nos fluxos comerciais de 2024. A intenção é aplicar cortes recíprocos conforme as leis e os procedimentos internos de cada país. O valor estimado do acordo é de 30 bilhões de dólares.

Produtos incluídos

Os Estados Unidos poderiam reduzir tarifas sobre 77 categorias de mercadorias chinesas. A relação inclui fogos de artifício, pequenos eletrodomésticos, guirlandas de Natal, cadeirinhas de carro para crianças, brinquedos não conectados e bolas esportivas.

A lista atribuída à China reúne mais de 1.600 categorias de produtos americanos. Entre elas estão carne bovina, suína e de ave, frutos do mar, laticínios, trigo, milho, carvão, uísque, cosméticos, madeira e equipamentos médicos.

As negociações ocorrem após uma escalada tarifária iniciada pelo presidente Donald Trump e respondida pela China com taxas próprias. Estados Unidos e China estabeleceram uma trégua comercial em outubro de 2025, posteriormente prorrogada até 10 de janeiro.

A Casa Branca informou ainda que os países chegaram a recomendações para um tratamento alfandegário mais favorável a produtos considerados não sensíveis. O anúncio ocorreu após a visita do presidente chinês, Xi Jinping, a Washington. Pequim confirmou um acordo para redução tarifária recíproca, solicitado pelos dois presidentes.

Outros compromissos

O governo americano também anunciou que a China se comprometeu a importar pelo menos 10 milhões de toneladas de carvão dos Estados Unidos por ano em 2027 e 2028. Essa informação não aparece no comunicado de Pequim.

As conversas sobre terras raras, ponto central da disputa, continuam, segundo a Casa Branca. O representante comercial americano, Jamieson Greer, disse que o objetivo é reunir produtos que possam ser comercializados com os chineses em condições mais vantajosas.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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