Brasil e Estados Unidos criam grupo para negociar tarifas comerciais
Reunião entre ministros brasileiros e o representante comercial americano ocorreu em Milwaukee, durante encontro do G20 para o Comércio.
Reunião entre ministros brasileiros e o representante comercial americano ocorreu em Milwaukee, durante encontro do G20 para o Comércio.
Listas abrangem cerca de 30 bilhões de dólares em produtos de cada país e podem afetar exportadores europeus de alimentos e bebidas.
As listas abrangem cerca de US$ 30 bilhões em comércio anual, mas ainda não há definição sobre os cortes ou sua data de início.
Proposta prevê possíveis cortes para 77 categorias chinesas e mais de 1.600 americanas, mas nenhuma tarifa mudou até agora.
Presidente afirma que governo avalia produtos para uma lista de reciprocidade e defende negociação com os Estados Unidos.
Aneel estima alta média de 9,4% nas tarifas, influenciada por custos financeiros, encargos e compra de energia.
Documento com 21 exigências dos Estados Unidos combinava demandas comerciais com condições sobre eleições e política interna brasileira.
Encontro entre representantes do Brasil e dos Estados Unidos foi confirmado para 30 de setembro e 1º de outubro.
Medidas dos Estados Unidos incluem sobretaxa de 50% e possível proibição de bebidas, laticínios e motocicletas canadenses.
Economista português havia criticado tarifas de Donald Trump e alertado para efeitos sobre preços e inflação nos Estados Unidos.
Medidas anunciadas pelos EUA entram em vigor em setembro, enquanto Ottawa aplica tarifas sobre US$ 27,6 bilhões em produtos americanos.
Medidas atingem aço, eletrônicos, máquinas e outros bens; Donald Trump também ameaça restringir vendas da Bombardier nos EUA.