São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Centro-esquerda vence eleições suecas e ganha três cadeiras no Parlamento

Aliança liderada por Magdalena Andersson terá de negociar a formação de um governo após a renúncia de Ulf Kristersson.

Centro-esquerda vence eleições suecas e ganha três cadeiras no Parlamento

A aliança sueca de centro-esquerda conquistou a maioria no Parlamento nas eleições legislativas realizadas no último domingo, por uma margem de três cadeiras sobre o bloco de direita. O resultado foi confirmado após a contagem final, que registrou uma diferença de cerca de 50.000 votos entre os dois grupos em todo o país.

O bloco vencedor é liderado por Magdalena Andersson e pelos Social-Democratas, e também reúne o Partido de Esquerda, os Verdes e o Partido do Centro. A aliança terá maioria no Riksdag, que possui 349 lugares.

O primeiro-ministro Ulf Kristersson apresentou sua demissão e permitiu que o presidente do Parlamento inicie negociações formais com os líderes partidários. Kristersson afirmou que respeitará as tentativas de Andersson para formar um governo e desejou sorte à líder diante das divisões internas da aliança de centro-esquerda. Se ela não conseguir montar um Executivo operacional, o primeiro-ministro cessante poderá tentar uma alternativa.

A formação do governo deve exigir negociações entre os partidos. O Partido do Centro declarou que não apoiará um Executivo com integrantes do Partido de Esquerda ocupando ministérios. O Partido de Esquerda, por sua vez, exige participação no governo. Andersson disse que os eleitores escolheram “uma nova direção” para a Suécia.

Esse processo pode levar várias semanas, como ocorreu em outros períodos de formação de coalizões. Em 2022, foram necessárias mais de cinco semanas; após as eleições de 2018, a negociação durou quase 20 semanas.

Desempenho dos partidos

Embora tenha vencido a disputa entre os blocos, o partido de Andersson teve seu pior resultado em mais de um século. Os Social-Democratas perderam oito cadeiras e ficaram com 28% dos votos, mas continuam sendo a maior legenda do país.

Os Democratas da Suécia, partido de extrema-direita, também perderam apoio pela primeira vez desde sua entrada no Parlamento, em 2010. A legenda obteve 17,5% dos votos e perdeu 11 lugares no Riksdag.

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, saudou o resultado e o apresentou como uma vitória da social-democracia e do Estado social.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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