São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Voto na Suécia pode abrir espaço formal para a extrema-direita no governo

Ulf Kristersson admite incluir os Democratas Suecos no Executivo caso consiga renovar o mandato como primeiro-ministro.

Voto na Suécia pode abrir espaço formal para a extrema-direita no governo

A eleição parlamentar na Suécia pode definir se os Democratas Suecos, partido de extrema-direita, passarão a integrar formalmente o governo do país. O primeiro-ministro Ulf Kristersson reconheceu que considera essa possibilidade caso seja reeleito, o que daria à legenda sua primeira participação direta no Executivo.

Kristersson tenta permanecer no cargo à frente de uma administração minoritária formada pelo partido de centro-direita Moderado, pelos Democratas Cristãos e pelos Liberais. A sustentação parlamentar do governo depende dos Democratas Suecos, que vêm ampliando sua influência na política nacional.

A disputa ocorre com a líder dos Social-Democratas, Magdalena Andersson, antecessora de Kristersson no posto de primeira-ministra. As pesquisas indicam uma diferença pequena entre os dois blocos políticos que competem pelo comando do país.

Votação e apuração

Cerca de oito milhões de cidadãos estão aptos a votar na Suécia, que tem cerca de 10,6 milhões de habitantes. Mais da metade do eleitorado já votou antecipadamente. A participação costuma permanecer em níveis elevados no país.

As seções eleitorais funcionam das 8h às 20h, no horário local. Duas pesquisas de boca de urna devem ser divulgadas logo após o encerramento da votação, enquanto resultados parciais mais confiáveis são esperados algumas horas depois.

Além da definição sobre quem chefiará o governo, o desempenho dos Democratas Suecos será um dos principais pontos da apuração. O resultado indicará se o avanço eleitoral da extrema-direita poderá se converter em participação oficial na próxima administração.

A eventual entrada do partido no governo também confirmaria seu peso crescente na definição da agenda política sueca. Atualmente, a legenda apoia o gabinete de Kristersson sem ocupar formalmente o Executivo.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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