São José dos Campos, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Coreia do Sul tenta aproximar Trump e Kim Jong-un para novo diálogo

Lee Jae Myung disse que Seul coordena esforços para viabilizar uma conversa entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte.

Coreia do Sul tenta aproximar Trump e Kim Jong-un para novo diálogo

Lee Jae Myung, presidente da Coreia do Sul, afirmou que Donald Trump quer manter o diálogo com Pyongyang e trabalha para retomá-lo. O governo sul-coreano realiza esforços de coordenação preliminares para facilitar uma conversa entre o presidente dos Estados Unidos e o líder norte-coreano Kim Jong-un.

Lee declarou a jornalistas na Casa Azul presidencial que um encontro ainda é difícil, mas não impossível. Ele disse que Seul precisa fazer todos os esforços possíveis para transformar essa possibilidade em realidade, sem estimar a probabilidade de que a reunião ocorra.

Trump anunciou, em agosto, a intenção de se reunir com Kim Jong-un ainda este ano e voltou a elogiar a relação entre os dois. O plano não teve detalhes divulgados e representaria o primeiro encontro entre eles desde o primeiro mandato de Trump na Casa Branca. A Coreia do Norte quase não reagiu às declarações.

Posição sobre a região

Lee também afirmou que a Coreia do Sul não enviará tropas ou meios militares para o Médio Oriente de forma que envolva o país em conflitos. Segundo ele, Seul pretende realizar apenas atividades indispensáveis para proteger navios mercantes e rotas de transporte de petróleo.

A declaração ocorreu após informações de que o governo sul-coreano avaliava enviar tropas para o estreito de Ormuz, rota estratégica de passagem de petróleo e gás. O local está no centro das tensões entre Washington e Teerão desde o início da guerra no Irão, no final de fevereiro.

Em agosto, Trump também anunciou a redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul. Ele classificou essas atividades como dispendiosas e afirmou que enviavam um sinal inadequado e hostil a Pyongyang. Em uma publicação na plataforma Truth Social, disse ainda que havia perguntado ao presidente sul-coreano se o país participaria da desnuclearização da República Islâmica do Irão, mas recebeu uma recusa.

Críticas norte-coreanas

A possibilidade de uma reunião entre Trump e Kim Jong-un perdeu força após Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano, criticar os exercícios militares dos Estados Unidos na região. Ela os descreveu como uma simulação de guerra liderada pelos EUA.

Em declaração divulgada pela agência estatal KCNA, Kim Yo Jong afirmou que a Coreia do Norte responderá às ações que considera hostis e manterá o reforço da dissuasão de guerra nuclear.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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