São José dos Campos, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Forças dinamarquesas revisam relatório sobre drones e admitem possível erro

Documento revisado reconhece que militares podem ter atirado enquanto uma aeronave civil passava pela base de Skrydstrup.

Forças dinamarquesas revisam relatório sobre drones e admitem possível erro

As forças armadas da Dinamarca revisaram o relatório sobre incursões de drones no país durante o outono de 2025 e reconheceram que a descrição de um dos episódios pode estar errada. O documento foi divulgado na quinta-feira.

O caso ocorreu na base aérea de Skrydstrup, uma das instalações sobrevoadas por drones de origem desconhecida durante os preparativos para uma cúpula da União Europeia em Copenhague, no início de outubro. A movimentação levou ao reforço da segurança, ao fechamento temporário de aeroportos e à proibição de drones privados.

A base abriga o treinamento de pilotos ucranianos em caças F-16. Após questionamentos sobre a versão oficial, o governo e as forças armadas confirmaram, em junho, que drones haviam sobrevoado o país, mas disseram que a origem dos aparelhos permanecia desconhecida.

A versão detalhada de um dos episódios foi contestada por relatos de testemunhas divulgados posteriormente. O ministro da Defesa, Jeppe Bruus, então pediu a revisão do relatório.

O episódio em Borris

De acordo com o documento revisado, soldados podem ter disparado para o alto enquanto uma aeronave civil passava. Essa possibilidade já havia sido levantada por especialistas em aviação e drones.

As forças armadas, porém, mantêm que os militares atiraram contra aquilo que acreditavam ser um drone. Entre os elementos considerados estava o padrão de voo observado. “A unidade destacada em Borris estava a cumprir uma missão de vigilância sensível”, afirma o relatório.

O documento registra ainda que drones foram observados sobre o campo de Borris em 24, 25 e 28 de setembro de 2025. Desde então, a Dinamarca trabalha para ampliar suas capacidades de detecção e combate a drones.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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