São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Explosões em instalação militar na Bolívia deixam dois mortos e 81 feridos

Prefeitura de Viacha decretou três dias de luto; sete militares continuam desaparecidos, segundo o Ministério da Defesa.

Explosões em instalação militar na Bolívia deixam dois mortos e 81 feridos

Explosões no Regimento de Artilharia Mecanizada Bolívar, em Viacha, na Bolívia, deixaram pelo menos dois mortos e 81 feridos, incluindo dois em estado grave. A prefeitura decretou três dias de luto pelos mortos. Sete militares que trabalhavam na instalação estão desaparecidos, informou o Ministério da Defesa.

O incidente ocorreu na sexta-feira (5), por volta das 14h30 locais (15h30 em Brasília). Viacha tem cerca de 100 mil habitantes e fica a aproximadamente 30 quilômetros de La Paz. Imagens divulgadas após as explosões mostraram janelas quebradas, destroços e uma coluna de fumaça preta sobre a cidade.

O ministro da Defesa, Ernesto Justiniano, afirmou que os feridos foram levados a diversos centros médicos. Moradores da área foram transferidos para um centro de alojamento temporário. Segundo Justiniano, ainda não é seguro que retornem às casas, danificadas pela onda de choque. O fornecimento de energia elétrica foi interrompido, e dezenas de policiais foram mobilizados.

De acordo com o ministro, houve duas explosões. A primeira teria envolvido pólvora negra de equipamentos pirotécnicos armazenados no local. A segunda, de escala maior, ainda é investigada. “A causa e o material envolvidos nesta segunda explosão ainda estão sendo determinados”, disse Justiniano. O Ministério da Defesa afirmou que nenhum armamento de guerra explodiu.

O presidente Rodrigo Paz declarou, na rede social X, solidariedade aos familiares dos mortos, aos feridos e aos moradores afetados. Ele determinou uma investigação “completa, técnica e transparente” para apurar as causas, verificar os protocolos de segurança e identificar possíveis responsabilidades.

Os promotores abriram investigação criminal por homicídio culposo, lesões não intencionais e outros possíveis crimes. O coronel Roger Roca, porta-voz da polícia, informou que as operações de desminagem continuariam nas horas seguintes e afirmou que o incidente estava sob controle. Bombeiros usaram caminhões-pipa para resfriar a área.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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