São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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GMO apresenta veículo para reparar robôs humanoides em Tóquio

A van transporta engenheiros, peças, equipamentos e um robô substituto para atender humanoides com falhas no local.

GMO apresenta veículo para reparar robôs humanoides em Tóquio

A GMO Internet Group apresentou um veículo criado para atender robôs humanoides com defeitos. A van leva engenheiros, equipamentos de manutenção, peças de substituição e um robô humanoide reserva até o local da falha.

A GMO Air, responsável pelo desenvolvimento, afirma que o veículo é o primeiro no Japão projetado especificamente para a manutenção de robôs humanoides. A proposta é substituir no local o robô danificado por outro, permitindo que a atividade continue enquanto o equipamento com problema é levado para uma base de reparo, caso o conserto não possa ser concluído ali.

“A ‘ambulância’ de humanoides leva o substituto até ao local e troca-o pelo humanoide danificado”, explicou Shota Takizawa, engenheiro da GMO Air.

Segundo a empresa, o serviço foi criado após dificuldades enfrentadas quando robôs humanoides precisavam ser enviados para reparos. “Com base nessa experiência, tivemos a ideia de disponibilizar humanoides de substituição”, afirmou Tomohiro Uchida, diretor executivo da GMO Air.

Embora tenha marcações semelhantes às de uma ambulância e luzes roxas no teto, o veículo funciona como uma oficina móvel. O interior foi preparado para transportar robôs, computadores portáteis e equipamentos de manutenção.

Atualmente, um veículo está estacionado na sede da GMO, em Tóquio. A empresa avalia ampliar a frota e estabelecer novas bases caso a procura aumente. Para Takizawa, o serviço será necessário quando os robôs humanoides se tornarem mais comuns.

Competição no setor

A iniciativa ocorre em meio ao aumento da concorrência no desenvolvimento de robôs humanoides, principalmente entre China e Estados Unidos. A China tem uma indústria de produção de humanoides apoiada por investimentos públicos e cadeias internas de fornecimento. Empresas norte-americanas, por sua vez, disputam espaço em inteligência artificial e robótica avançada.

A consultoria McKinsey estima que o mercado de robótica de uso geral possa chegar a cerca de 370 bilhões de dólares (315 bilhões de euros) até 2040. O Japão, tradicional produtor de robótica industrial, busca ampliar sua atuação em sistemas baseados em inteligência artificial.

Em junho, o governo japonês estabeleceu a meta de introduzir cerca de 10 milhões de robôs até 2040 e ampliar seu uso para 18 setores, entre eles saúde, restauração e indústria transformadora.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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