São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Mundo

Nick Adams vê EUA e China no centro da rivalidade global

Enviado especial de Donald Trump afirma que a guerra na Ucrânia terminará antes do fim do mandato do presidente americano.

Nick Adams vê EUA e China no centro da rivalidade global

Nick Adams, enviado especial de Donald Trump para o turismo, a excepcionalidade americana e os valores dos Estados Unidos, afirmou que o mundo vive uma rivalidade estratégica entre Washington e Pequim. A declaração foi feita durante o XXXV Fórum Econômico em Karpacz, na Polônia, realizado em 2026 sob o lema “Arquitetura da nova ordem – estabilidade em tempos de mudança”.

EUA, China e Europa

Na avaliação de Adams, o período posterior à Guerra Fria terminou entre 1991 e 2001. Desde então, o cenário internacional teria entrado em uma nova fase, marcada pela disputa entre Estados Unidos e China. A Rússia, segundo ele, continua sendo um Estado importante e pode representar uma ameaça séria para países vizinhos, mas não ocupa um dos dois principais centros da rivalidade global.

“Em última análise, quando olhamos para o mundo, penso que na realidade vemos duas potências: os Estados Unidos e a China”, afirmou Adams.

Sobre as relações transatlânticas, o enviado especial rejeitou a avaliação de que Donald Trump esteja mudando fundamentalmente os vínculos entre os Estados Unidos e a Europa. Para Adams, o presidente americano evidencia problemas que já existiam e cobra dos países europeus uma posição mais forte como parceiros de Washington.

Adams também defendeu a importância dos laços entre europeus e norte-americanos, que descreveu como povos com raízes e valores comuns. Disse acreditar em uma evolução positiva dessa relação e afirmou que uma Europa forte é benéfica para os Estados Unidos e para o mundo.

Polônia e soberania

A Polônia teve destaque na análise de Adams. Ele associou o país ao patriotismo, à proteção das fronteiras e à preservação da identidade cultural, além de dizer que a Europa poderia se inspirar na experiência polonesa.

O enviado especial relacionou esse debate a questões como migração, segurança das fronteiras, língua, tradições e cultura. Ao mencionar Ceuta, classificou a situação migratória observada no local como inquietante. Também afirmou que cada Estado tem o direito de proteger suas fronteiras e sua identidade.

Guerra na Ucrânia

Adams disse estar convencido de que a guerra na Ucrânia terminará antes do fim do mandato atual de Trump. Ele lembrou que, durante a campanha presidencial de 2024, o presidente americano prometeu encerrar o conflito.

“Estou muito convencido de que, antes de deixar o cargo, a guerra terá acabado”, afirmou.

Na conversa, Adams não apresentou um calendário concreto nem detalhes de um eventual acordo. Ele descreveu Trump como um presidente da paz e pediu paciência, dizendo que a administração americana trabalha para encerrar a guerra.

Relação com a Polônia e turismo

Adams classificou a Polônia como uma grande amiga dos Estados Unidos e destacou a proximidade entre os dois povos. Também ressaltou o papel do turismo na construção de relações entre sociedades.

Trump nomeou Adams, em março de 2026, para o cargo de enviado especial para o turismo, a excepcionalidade americana e os valores. Durante o fórum, Adams incentivou os poloneses a visitarem os Estados Unidos e mencionou a comunidade polaco-americana, especialmente em Chicago.

Para ele, os contatos diretos entre pessoas podem fortalecer as relações entre os países. O turismo, em sua avaliação, também pode ampliar o conhecimento mútuo entre as sociedades.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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