São José dos Campos, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Conselheiro diz que Trump quer encerrar guerra no Oriente Médio em breve

Massad Boulos afirmou que o presidente dos Estados Unidos está determinado a pôr fim ao conflito, mas não indicou prazo.

Conselheiro diz que Trump quer encerrar guerra no Oriente Médio em breve

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está determinado a encerrar em breve a guerra no Oriente Médio, afirmou Massad Boulos, seu principal conselheiro para assuntos árabes e do Oriente Médio. O assessor não indicou um prazo e disse que caberá a Trump decidir quando isso ocorrerá.

Boulos afirmou que a questão nuclear do Irã precisa ser resolvida antes do fim do conflito. Segundo ele, Teerã não poderá adquirir uma arma nuclear. O conselheiro disse que Trump mantém aberta a possibilidade de negociações e diálogo, enquanto busca uma solução para a guerra.

“Estamos muito confiantes e apoiamos totalmente o presidente e a sua liderança”, declarou Boulos. Ele também descreveu Trump como “o presidente da paz” e afirmou que o norte-americano teria encerrado oito conflitos e guerras, além de trabalhar para resolver outros dois. Boulos não detalhou quais seriam esses conflitos nem explicou a estimativa de vítimas mencionada ao citar a tensão entre Paquistão e Índia.

Acordos e parceiros regionais

O conselheiro disse que a expansão dos Acordos de Abraão, quatro dos quais foram assinados durante o primeiro mandato de Trump, deverá ser retomada após a resolução da guerra. Segundo Boulos, países que estavam preparados para aderir ao acordo recuaram durante a campanha de reeleição de 2020.

Boulos citou Arábia Saudita, Egito e Jordânia como parceiros dos Estados Unidos e afirmou que há coordenação entre os governos. Também mencionou os Emirados Árabes Unidos e o Qatar entre os Estados do Golfo que questionaram se os mecanismos atuais são suficientes para garantir sua segurança.

Sudão

O Sudão foi apontado por Boulos como a prioridade humanitária mais urgente do governo norte-americano. Ele estimou que 35 milhões de sudaneses precisam de ajuda e que 25 milhões vivem em condições semelhantes à fome extrema.

De acordo com o conselheiro, os Estados Unidos disponibilizaram mais de 3 bilhões de dólares em ajuda humanitária ao país desde o início da guerra. Washington, afirmou, também atua diplomaticamente e defende um embargo de armas no Conselho de Segurança da ONU.

Boulos disse ainda que Trump está em campanha antes das eleições intercalares e avaliou que a guerra com o Irã dificilmente terá impacto direto no resultado, diante da prioridade dada pelos eleitores norte-americanos a questões internas.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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