São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Deputados republicanos ampliam apoio a resolução contra guerra de Trump no Irã

Medida aprovada por 220 a 204 tenta exigir autorização do Congresso para ações militares prolongadas contra o Irã.

Deputados republicanos ampliam apoio a resolução contra guerra de Trump no Irã

Sete republicanos se juntaram aos democratas na aprovação, pela Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, de uma resolução para restringir as ações militares de Donald Trump contra o Irã sem autorização do Congresso. O placar foi de 220-204, na noite de terça-feira.

A votação foi a terceira sobre poderes de guerra realizada pela Câmara com o objetivo de interromper a intervenção militar. Nenhuma das resoluções chegou à mesa do presidente, que, segundo o texto aprovado, provavelmente vetaria a medida.

Entre os republicanos que apoiaram a resolução estão Zachary Nunn e Mariannette Miller-Meeks, de Iowa; Nancy Mace, da Carolina do Sul; Tom Barrett, de Michigan; Warren Davidson, de Ohio; Brian Fitzpatrick, da Pensilvânia; e Thomas Massie, do Kentucky. Nas votações anteriores, quatro republicanos haviam apoiado a suspensão da guerra.

O democrata Seth Moulton, autor da resolução, questionou a duração do conflito e disse que o Congresso precisa fazer perguntas sobre as ações militares. Já Brian Mast, republicano da Flórida e presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros da Câmara, afirmou que o Irã continua sendo uma ameaça aos Estados Unidos. Para ele, Trump se opõe a guerras intermináveis.

A decisão deve ser a última votação da Câmara sobre o conflito antes das eleições de meio de mandato. A guerra, iniciada por Trump em 28 de fevereiro, se prolonga há quase sete meses, com trocas intermitentes de mísseis na região.

O Gabinete de Orçamento do Congresso informou que o conflito já havia custado mais de 38 bilhões de dólares até 1º de agosto. A estimativa é de gastos mensais entre 2 bilhões e 3 bilhões de dólares, conforme a intensidade dos combates. O órgão também prevê que a inflação ficará meio ponto percentual acima do esperado até 2027 por causa da guerra.

A Câmara aprovou resoluções semelhantes em junho e julho. O Senado também aprovou uma medida na décima tentativa, mas senadores republicanos recuaram no dia seguinte após Trump criticá-los durante um almoço fechado.

A Constituição dá ao Congresso o poder de declarar guerra, enquanto o presidente, como comandante-chefe, pode iniciar algumas ações militares. A Lei dos Poderes de Guerra estabelece que operações prolongadas exigem autorização do Congresso após 60 ou 90 dias.

O presidente da Câmara, Mike Johnson, reconheceu a necessidade de reduzir o preço da gasolina. Ele afirmou, porém, que o conflito está entrando em uma nova fase e que os preços dos alimentos também poderão cair quando o valor do combustível diminuir.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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