São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Relatório aponta queda democrática em Portugal e estagnação global

Portugal teve recuo em seis indicadores democráticos e está entre os dez países com maior queda na liberdade de expressão.

Relatório aponta queda democrática em Portugal e estagnação global

Portugal apresentou queda em seis indicadores democráticos nos últimos cinco anos e está entre os dez países com recuos mais acentuados na liberdade de expressão. Mesmo assim, o país mantém desempenho intermediário nesse indicador, de acordo com o relatório Estado Global da Democracia, elaborado pelo Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral (Internacional IDEA), com sede em Estocolmo.

Na Europa, foram identificados declínios em 77 indicadores e avanços em 42. Rússia e Geórgia registraram os maiores recuos, com quedas em oito indicadores cada. Portugal, Eslováquia e Armênia aparecem em seguida, com deterioração em seis indicadores.

Liberdades civis e eleições

O documento coloca Portugal, Alemanha e Reino Unido entre os países que, apesar de apresentarem desempenho alto nos indicadores, registraram deterioração democrática. Os principais recuos nesses casos ocorreram nas liberdades civis e na credibilidade das eleições.

Na liberdade de expressão, o Afeganistão e Myanmar lideram a lista de países com as quedas mais acentuadas. Portugal também aparece entre os dez primeiros dessa relação.

Cenário global

Os dados reunidos pelo Internacional IDEA indicam estagnação na qualidade da democracia. Em 81% das situações nas quais havia possibilidade de mudança, nenhuma alteração ocorreu. O relatório afirma que a maioria dos países apresenta desempenho médio ou baixo, com condições intermediárias consideradas frágeis pelos autores.

Ao todo, 57% dos 98 países avaliados tiveram declínio em pelo menos um indicador em comparação com os resultados de cinco anos antes. Em 2015, essa proporção era de 31%.

O relatório também aponta os Estados Unidos como um caso preocupante. Sobre o presidente Donald Trump, o documento afirma: “acumulou rapidamente poder no ramo executivo e utilizou-o para promover um conjunto restrito de objetivos pessoais”.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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