São José dos Campos, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Rubio visita Lisboa após protesto contra política externa dos EUA

Cerca de 300 pessoas participaram de ato organizado pelo CPPC antes de reuniões do secretário americano com autoridades portuguesas.

Rubio visita Lisboa após protesto contra política externa dos EUA

Cerca de 300 pessoas protestaram na tarde de quarta-feira contra a visita do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, a Portugal. O ato ocorreu no Largo de São Domingos e foi organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), organização não governamental com ligações ao Partido Comunista Português (PCP).

Os manifestantes defenderam o “Fim à guerra”, o “Fim ao genocídio do povo palestiniano” e o “Fim à agressão a Cuba”. A visita de Rubio está prevista para esta quinta-feira e deve durar algumas horas.

O secretário se reunirá ao meio-dia com o primeiro-ministro Luís Montenegro e também terá um encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel. Os dois participarão de uma conferência de imprensa conjunta. Em comunicado, o Departamento de Estado dos EUA informou que o objetivo é “avançar na cooperação em matéria de defesa, economia e tecnologia”.

A passagem por Lisboa integra uma viagem por países da Europa. Antes de Portugal, Rubio esteve na Islândia e na Grécia, onde liderou a delegação americana no Sexto Diálogo Estratégico EUA-Grécia. Em Atenas, vários milhares de pessoas protestaram contra a presença dele.

Decisão sobre caças

A visita ocorre antes da decisão portuguesa sobre a substituição da frota de F-16 da Força Aérea. Portugal avalia propostas da americana Lockheed Martin, com o F-35 Lightning II; da sueca Saab, com o Gripen E; e de um consórcio europeu que inclui a Airbus, com os Eurofighters Typhoon, e a Dassault, com o Rafale.

O governo português também lançou neste ano o “Fórum CEO EUA/Portugal”. Em mensagem aos portugueses pelo Dia de Portugal, em 10 de junho, Rubio chamou o país de “um dos parceiros mais antigos e fiéis”. A relação inclui a continuidade do uso da Base das Lajes, nos Açores, pelas forças americanas. Paulo Rangel disse que o acordo sobre a base poderá ser revisto depois da guerra em curso no Médio Oriente.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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